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É tão giro ter um mini

Publicado por admin on Jul 29th, 2008 nas categorias de Carros do Passado . Pode acompanhar os comentários sobre esta notícia através do RSS 2.0. Você pode deixar um comentário a esta notícia

Tudo começou quando o engenheiro de origem turca, Alec Arnold Constantine Issigonis, da montadora britânica Morris, foi convocado, em virtude da grave crise do petróleo no final da década de 50, a fazer um carro pequeno, com no máximo três metros de comprimento, que transportasse quatro adultos com relativo conforto, barato e que consumisse pouquíssima gasolina.

Ele sabia que a quarta razão para se fabricar o automóvel era a que de fato importava. O carro, com o nome de código ADO 15 (sendo ADO a sigla de Austin Drawing Office, ou departamento de estudos da empresa, e 15 o número do projeto), foi desenhando e desenvolvido em tempo recorde. Dois protótipos foram construídos e em julho de 1958, Alec, convidou o diretor-gerente da montadora, Sir Leonard Lord, para testá-lo.

O pequeno carro entusiasmou Sir Lord, que determinou sua produção imediatamente. Em 8 de maio de 1959 o mercado inglês conhecia um carrinho pequeno (media apenas 3,05 metros de comprimento), leve (pesava somente 620kg), com inovações como carroçaria monobloco, motor transversal, tracção dianteira, suspensão sem amortecedores e rodas de 10 polegadas, que se tornaria um ícone da indústria britânica.

Mini Morris

O Austin Seven impressionava pelo aproveitamento do espaço e pela estabilidade. Mas talvez a mudança de conceito mais admirável, e que fez dele uma lenda da indústria automobilística, tenha sido a utilização de solda externa da carenagem. Dividida em pequenas peças, podia ser toda encaixada pelos cantos. E manualmente. O resultado foi uma drástica diminuição nos custos. O MINI poderia chegar às lojas com um preço imbatível, pouquíssimo superior ao de produção.

Era um automóvel genial, mas o sucesso não veio de imediato. Uma conta equivocada fez com que os primeiros lotes do carro fossem ofertados com preço abaixo de custo, e as perdas da BMC foram bastante razoáveis. O sucesso de público, e crítica, somente piorava a situação. E a direcção da empresa pensou em acabar com o projecto.

A década seguinte seria de redenção para a British Motor Company. O público estava dividido. Mas seu poder de sedução era tão grande que aqueles que o compravam, espalhavam a boa notícia das qualidades daquele carrinho tão simpático. Sua crescente popularidade coincidiu com os “loucos” anos 60, transformando-se em objeto do desejo de artistas de cinema e consagrando-se em uma seqüência célebre de perseguição no filme “The Italian Job” (1969), com Michael Caine e Margaret Blye. Agilidade sempre foi o forte do pequeno carro. Ele era capaz de vencer as mais estreitas ruelas européias, podia ser manobrado no espaço de meia rua e cabia em qualquer lugar. É preciso que se admita: o carro de Sir Alec deve muito de seu sucesso a um adjetivo pouco convencional, chamado na época de “classlessness”.

Mini Morris

Decididamente criado para as massas, o MINI era tão carismático que, no início dos anos 60, já contava entre seus fãs com duas instituições britânicas. Acostumada com Rolls-Royce e Bentley luxuosíssimos, a Rainha Elizabeth II tinha um MINI prateado.

Os Beatles também circulavam com o carrinho. Também era um carro excelente para disputar provas de velocidade. Uma questão de tempo até aparecer alguém disposto a fazer algumas modificações e colocá-lo à prova. O rapaz se chamava John Cooper, filho de Charles Cooper, dono da Cooper Car Company, especializada em carros de corrida.

Assim que o primeiro lote do automóvel ficou pronto, o empresário adquiriu algumas unidades para testes. Primeiro turbinou o motor, subindo a potência para 997 cilindradas. Também mudou o sistema de freios, e rebaixou o chassi para dar mais estabilidade. Foi o grande vencedor do Rali de Monte Carlo de 1964.

A imprensa europeia estampava manchetes alucinadas: “Um milagre sobre roda”. O sucesso do modelo foi tamanho que a fábrica resolveu colocá-lo à venda.



Mini Morris

Em 1964, foram vendidas mais de mil unidades. Quando a linha de montagem do MINI Cooper fechou as portas, em 1967, o carro contabilizava mais de 12 mil unidades vendidas. Nesse meio tempo, John Cooper aproveitou para criar um outro modelo ainda mais esportivo, com 1.071 cilindradas.

Ficou conhecido como MINI Cooper S (de Sport), vendendo mais de 4 mil unidades em menos de um ano. A globalização do MINI conheceria seu ápice em 1972, quando o modelo Cooper passou a ser fabricado pela fábrica Innocenti na Itália. Nascia assim o Innocenti Cooper, um mito de Milão à Sicília. Nesta época, o pequeno automóvel já ocupava a garagem de mais de 3 milhões de consumidores, sendo produzido sob licença na Austrália, Portugal e Itália, e também na África do Sul, Chile, Uruguai, Espanha, Venezuela e Iugoslávia. Outro fato interessante da época é que, segundo estimativas da fábrica, as mulheres respondiam por 50% das vendas.

O aniversário de 25 anos – em 1984 – foi comemorado com uma versão especial, equipada com rodas de 12 polegadas. Daí em diante, o tempo passaria rápido, com incrementos na segurança e conforto.

Mini Morris

Foi somente no ano de 2000 que o pequeno automóvel saiu de cena para dar lugar ao novo MINI, reinterpretado e fabricado com a chancela da BMW. A marca e o modelo são as únicas heranças da britânica Rover, após sua venda para o grupo alemão em 1984.

O carro era tão apaixonante, a ponto da montadora alemã ter vendido a Rover, mas mantido os direitos sob a marca MINI. O novo modelo era sucessor direto do clássico de 1959. Essa nova geração unia tecnologia de ponta, modernos e eficientes padrões de segurança e qualidade, assim como a tradição dos valores da marca MINI, tais como otimização do espaço interior aliado a um exterior de dimensões compactas.

O novo modelo foi totalmente desenvolvido na Europa, com design e engenharia elaborados na Alemanha e Reino Unido, sendo produzido segundo os padrões de qualidade do Grupo BMW. A maior diferença para o MINI clássico era mesmo o preço. O carro agora valia o peso de sua história mítica. A fim de distinguir o novo modelo do antigo, passou-se a denominar MINI (com letras maiúsculas). Em 2001, para incrementar ainda mais seu valioso produto, a montadora apresentou um modelo mais potente e esportivo, o MINI Cooper S, um carro com ar mais agressivo e um motor mais potente. Três anos depois surgia a versão conversível, chamada MINI Cooper Cabrio.

Mini Morris

Mini Morris


A LINHA DO TEMPO

Mini Morris


1957

Devido ao pedido de Leonard Lord a Sir Alec Issigonis de construir um carro de dimensões contidas (3,6 m) e económico para fazer face à crise petrolífera que assolava a Europa, mas que conseguisse combater com carros de maiores dimensões nasce o Mini. O primeiro carro sai da fábrica no dia 8 de Maio. O carro é revolucionário para a época pois apresenta tracção dianteira e motor transversal, solução não adoptada até então. Além disso, tinha suspensão independente Hydrolastic, e pneus de 10 polegadas aos extremos da carroçaria, o que lhe permitia economizar bastante espaço, sendo possível acomodar 4 adultos sem problemas de maior.

1959

No dia 26 de Agosto de 1959 o Mini foi apresentado ao publico como Austin Seven e Morris Mini Minor à venda por 496 libras. Todos os modelos tinham um motor com 848cc e travões de tambor á frente e a trás. As versões DeLuxe tinham 3 instrumentos.

1960

Ao modelo Saloon juntaram-se as “versões carrinha”, Countryman, Traveller e Van. Surgiu também aquele Mini que foi desenvolvido para uso militar mas que acabou por surgir para público, o Mini Moke. São produzidos 116.677 Minis nas fábricas da Morris em Cowley e na fábrica da Austin em Longbridge.

1961

Devido aos pedidos, e apesar de Sir Alec Issigonis achar que o mini não deveria ser um carro de elites nem um carro de corridas, pelas mãos do preparador de Fórmula1, John Cooper, é fabricado o primeiro Cooper, o 997 foi lançado em Setembro com um motor com dois carburadores que desenvolvia uma potência de 55cv.O Cooper tinha travões dianteiros de disco de 7″ e tambor traseiro também de 7”. O motor do Cooper era um 848cc “puxado”, com o curso dos pistons aumentado de modo a aumentar a cilindrada. Exclusivo do Cooper eram também a pintura bicolor e os aros das portas cromados. É lançado o modelo Pickup. Neste ano é também iniciada a produção na Austrália.

1962

Neste ano o Austin Seven passa a ser conhecido por Austin Mini. Ann Wisdom e Pat Moss ganham o rali das Tulipas dando ao Mini a sua primeira vitória internacional. É produzida a unidade 500.000 do Mini.

1963

Em Março deste ano é lançado o Cooper 1071cc S com 70cv de potência e discos de travão dianteiros de 7,5”. A produção do Cooper 997cc é terminada em Dezembro. O Cooper é introduzido na Austrália.

1964

Em Janeiro foi lançado o 998cc Cooper, com 55cv, mas um motor com um curso mais curto que o 997cc o que trouxe maior fiabilidade. Outros dois novos modelos foram lançados em Março: o 970 S e 1275 Cooper S . A produção do Cooper 1071S foi terminada em Agosto. O Cooper 998 tinha um motor de 1 litro completamente novo e o 1275 S foi a evolução do Cooper S que ao ter 76cv permitia-lhe uma aceleração dos 0-100km/h em apenas 11.2 seg e um binário que lhe permitia uma boa resposta a qualquer rotação. O 970 S era um puro corredor construído para poder correr na classe de 1 litro tendo sido produzidos menos de 1000 no tempo total de produção desde 1964-65. Uma das alterações de peso que afectaram toda a gama foi a introdução da suspensão Hydrolastic. O Mini 33EJB ganha o Rali de Monte Carlo pela primeira vez, o carro é tripulado por Paddy Hopkirk e Henry Lidon. Depois de ter falhado como veículo Militar o Mini Moke é introduzido no circuito comercial. Em 1965 já tinham sido construídos um milhão de Minis.

1966

Depois de já ter ganho em 1964 e 1965, os Minis tentam a 3ª vitória consecutiva no Rali de Monte Carlo, e atingem-na com os 1º, 2º e 3º lugares da classificação, o que não é visto com bons olhos pelos franceses que após uma inspecção minuciosa descobrem uma irregularidade mínima nos faróis e desclassificam os 3 Minis.

1967

O Mini MkI foi substituído pelo MkII o que veio trazer um vidro traseiro maior e um farois de trás mais quadrados e maiores. O Mini vinga-se da desclassificação do ano anterior ao ganhar o rali de Monte Carlo com Rauno Aaltonen ao volante tendo como co-piloto Henry Liddon.

1968

A produção do Mini Moke é interrompida. Posteriormente é retomada noutros países. A meio do ano a caixa passa a ser totalmente sincronizada. Sir Alec começa o desenvolvimento do substituto do Mini, o 9x, que nunca se chegou a materializar.

1969

Com a introdução do Mini Clubman, os ultimos Cooper MKII 1275 S e Cooper 998 foram construídos. O novo motor 998cc debitava apenas cerca de 30cv. A suspensão de cones de borracha foi reintroduzida em todos os modelos e foram introduzidos os vidros com elevador e o desembaciador traseiro em opcional. Podiam-se comprar Minis com motores de 850cc, 998cc e os Mini Clubman vendiam-se com motores de 850cc, 998cc, 1098cc and 1275cc. As vendas do Mini ultrapassam os dois milhões de unidades.

1970

Todos os Minis seguiram o Clubman e passaram a ter vidros de subir por manivela, deixando de ter bolsas de arrumação nas portas. É lançado em Março o Cooper 1275 S MKIII que é em tudo semelhante ao MkII, diferindo nas dobradiças das portas que passam a não estar visíveis e os nomes Austin e Morris deixam de ser usados e usa-se apenas o BL de British Leyland. Todos os modelos passam a ter caixa de velocidades totalmente sincronizada.
Só os Minis produzidos no estrangeiro, como por exemplo o Italiano B39 Innocenti Cooper ou o Ibérico MINI 1275 GT, tiveram ainda o motor do MkII S até 1975 pois em Julho de 1971 a produção do Cooper 1275cc S MkIII é terminada. O motor do Cooper 998 era encontrado no B38 MINI 1001.

1972

A caixa de velocidades deixou de ser por controlo indirecto e passou a ser directo. O Mini Clubman 1275 GT recebeu discos de travão de 8″ e jantes de 12″. Vendas ultrapassam três milhões de unidades.

1973

O alternador passa a ser equipamento de série e o Mini recebe uma nova caixa de velocidades. São produzidos 295.186 Minis neste ano.

1974

Devido à inflação o preço da versão base do Mini sobe para as 1000 libras. Os cintos de segurança por inércia passam a constar no equipamento de série.

1976

Os sub-chassis frontais passaram a ser montados em borrachas a partir daqui. O Mini recebeu também o motor 1098cc. Neste ano é produzida a primeira série especial limitada de um Mini, o Mini Special LE, do qual foram produzidas 3000 unidades a um preço de 1406 libras.

1977

São introduzidos os bancos reclináveis e luz de marcha atrás nas ópticas traseiras.

1980

É lançado o Metro, aclamado como “O novo Mini” no Birmingham Motorshow, mas cuja produção iria ser descontinuada ainda antes do Mini.

1981

O Mini Van, PickUp, Clubman, os 1275cc de série A e o motor de 1098cc foram terminados. Neste ano, o motor Série A plus do Metro foi introduzido no Mini. De 1981 até 1989 não houve nenhum motor 1275cc construído pela fábrica sem ser os da Era Turbo em 1988.

1984

Em Maio deste ano, os últimos Minis com jantes de 10” saíram da fábrica. Foi o renascimento da jante de 12” do Mini Clubman 1275 GT. É celebrado o 25º aniversário do Mini no circuito de Castle Donnington e é lançada uma série especial comemorativa, o Mini 25.

1986

O motor de 850cc foi terminado. Sai da fábrica o 5.000.000 Mini.

1988

São introduzidos os cintos de segurança traseiros, o servo-freio passa a ser de série. Falece Sir Alec Issigonis, criador do Mini.

1989

Para comemorar os 30 anos do Mini, numa festa em Silverstone é apresentada ao público a edição especial Mini 30 assim como o Era Mini Turbo, com jantes de 13” e uma carroçaria modificada.

1990

Apesar de ter sido pensado como uma série especial limitada a 1000 unidades o primeiro Rover Mini Cooper saíu das linhas de produção com 63 cv havendo também um Cooper S disponível por encomenda com 78cv. Neste ano foram também fabricadas as séries Mini Racing Green, Mini Flame Red, Mini Check Mate e Mini Studio 2.

1991

O primeiro motor de injecção construído pela fábrica saíu nos Rover Cooper 1.3i que tem além do motor novo, duas faixas no capot e faróis suplementares. O Mini é votado pela revista Autocar e pela Motor Magazine como o “Melhor carro de todos os tempos”.

1993

O motor de 998cc foi terminado e todos os Minis têm uma das duas versões do motor de 1.3i com 54 ou 63hp.A produção total de Minis excede agora os 5.270.000 carros.

1994

Em Janeiro o Mini (L33EJB) regressa ao rali de Monte Carlo, conduzido por Paddy Hopkirk, o piloto que levou o Mini 33EJB à primeira vitória em Monte Carlo, no ano de 1964. Para celebrar o 30º aniversário da 1ª vitória em Monte Carlo é lançada uma edição especial do Mini Cooper. É também comemorado o 35º aniversário do Mini com uma edição especial, o Mini 35, e com uma festa no circuito de Silverstone, com milhares de fans do Mini presentes, e o então presidente do grupo BMW e Rover, Bernd Pischetsrieder.

1995

O Mini é eleito pelos leitores da revista Autocar como o carro do século.

1996

O último Mini 1275cc é apresentado à imprensa no dia 1 de Outubro. As modificações incluíam o radiador na frente do motor o que implicava um novo painel frontal, sistema de injecção multiponto de 2 pontos, volante igual ao do MGF com Airbag, portas reforçadas com barras de protecção e cintos com pré-tensores. O distribuidor foi também alterado por causa do novo alternador.
O Novo Série A tem o maior binário de sempre, mas é estrangulado pela rácio do diferencial de 2.71:1. O filtro de óleo é agora ao pé da embraiagem.

2000

No dia 4 de Outubro sai da linha de produção o ultimo Mini, numero 5,387,862.
No dia 24 de Dezembro falece John Cooper.

2007

É apresentado pela BMW o novo MINI, agora escrito com letras maiúsculas.
Lançamento da versão conversível chamada MINI COOPER CABRIO.

2007
A moda do revivalismo nos automóveis veio para ficar. Com o início da comercialização em novembro na Inglaterra, surge mais uma versão do MINI: CLUBMAN. O modelo foi inspirado no Traveller, no Countryman e no Clubman dos anos 60. O novo modelo é uma versão alongada do MINI tradicional. Com a extensão da carroçaria, o MINI recebeu elementos diferenciados como: porta suicida do lado direito, facilitando o acesso de passageiros ao banco traseiro; porta-malas maior que o original; e a traseira com duas portas que abrem para os lados, facilitando o acesso. O modelo conta com um motor de 1.6 litros, com quatro cilindros, que produz 120 cv de potência. Existe, também, a variante S do modelo, cujo motor é turbinado.

Mini Morris

Mini Morris


OS DADOS

● Origem: Inglaterra
● Lançamento: 8 de maio de 1959
● Criador: Alec Constantine Issigonis
● Antigo proprietário: Morris
● Sede mundial: Munique (BMW Group)
● Fábrica: Oxford
● Proprietário da marca: BMW Group
● Capital aberto: Não
● Chairman: Norbert Reithofer (BMW Group)
● CEO: Helmut Panke (BMW Group)
● Presença global: 42 países
● Presença no Brasil: Sim (através da BMW)
● Funcionários: 4.700
● Produção: 200.000 veículos/ano
● Modelos: 8
● Segmento: Automóveis
● Principais produtos: MINI Cooper, MINI Cooper S, MINI Cabriolet
● Ícones: O próprio carro e seu diminuto tamanho
● Slogan: Let’s Motor.
● Website: www.mini.com

A marca no mundo

A marca comercializa seus automóveis em 42 países ao redor do mundo, tendo na Europa seu maior mercado. Com a infindável escolha de equipamentos e acessórios de série, assegura-se que em cada 200 mil MINI que saem das linhas de produção, somente dois são absolutamente idênticos. No total, o MINI oferece mais de 250 opções de acessórios. A fábrica de Oxford tem capacidade para produzir 700 veículos por dia. A MINI ocupa a posição de 22 no ranking das marcas mais influentes do mundo.

Você sabia?

● Foram vendidos mais de 6 milhões de unidades em quatro décadas de produção. Somente em 2005 foram vendidos 200.400 unidades, sendo a primeira vez que a marca ultrapassou a barreira dos 200 mil veículos comercializados em um único ano.
● O MINI ficou conhecido também por ser o carro favorito de algumas personalidades como Steve McQueen, Paul Newman e os Beatles. Até mesmo Enzo Ferrari circulava com um exemplar.

E assim nasceu um pequeno e grande veículo.


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